Especial Fábrica de Natal
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

HISTÓRIA DAS PLANTAS MEDICINAIS


Grécia

No século XIII AC um curandeiro chamado Asclépio, grande conhecedor de ervas, concebeu um sistema de cura (também chamado Esculápio de Cos era filho do deus Apolo e da ninfa Corônis).

Mais historia

Oriente


O país com mais longa e initerrupta tradição nas ervas é a China.Quando morreu em 2698 A.C., o lendário imperador Shen Nung já provara 100 ervas ; menciona em seu "Cânone das Ervas" 252 plantas, muitas ainda em uso. Cem anos mais tarde, o Imperador Amarelo, Huang Ti, formalizou a Teoria Médica no Nei Ching. No século VII, o governo da dinastia Tang imprimiu e distribuiu pela China uma Revisão do Cânone de Ervas. Em 1578, Li Shizhen completou seu "Compêndio de Matéria Médica", onde listou 1800 substâncias medicinais e 11.000 receitas de compostos.

Médio Oriente


Placas de barro de 3.000 AC registram importações de ervas para a Babilônia (trocas com a China de ginseng aconteceram por volta de 2.000 AC). Farmacopéia babilônia abrangia 1400 plantas. O historiador grego Heródoto mencionou que muitos babilônios eram médicos amadores, os doentes deitavam na rua e pediam conselhos a quem passava.
O primeiro médico egípcio conhecido foi Imhotep (2980 a 2900 A.C.), foi o sacerdote que desenhou uma das primeiras pirâmides. Grande curandeiro, foi deificado, e utilizava ervas medicinais em seus preparados mágicos. Os Papiros de Ebers do Egito foram um dos herbários mais antigos que se têm conhecimento, datando de 1550 A.C., e ainda está em exibição no Museu de Leipzig (são 125 plantas e 811 receitas). Nota-se a astrologia integrada na medicina egípcia.


Na mesma época, médicos indianos desenvolviam avançadas técnicas cirúrgicas e de diagnóstico, e usavam centenas de ervas nos seus tratamentos. Segundo os hindus "as ervas eram as filhas prediletas dos deuses".


Idade das trevas


Nesta fase a Pérsia tornou-se o centro de perfeição da época, com os médicos gregos sendo traduzidos para o árabe. Na Europa os progressos foram dificultados pela Igreja, que não via com bons olhos a aprendizagem científica, e encaravam a doença como um castigo; a medicina das plantas restringiu-se aos monges nos mosteiros e a algumas mulheres de aldeias remotas.

Renascimento.


O século XV traz a era dourada para as ervas: à partir da observação dos resultados dos remédios à base de ervas; Nesse ambiente racional as mulheres foram proibidas de estudar e os curandeiros não profissionais eram hereges.

Idade Industrial e Moderna
A ciência levou ao desenvolvimento do assunto ervas, sintetizando partes das plantas e concentrando dosagens.
O uso mais baixo das ervas foi no início do séc XX, mas com os efeitos secundários das drogas artificiais, a ecologia incentivando uma volta ao natural, está acontecendo um renascimento fantástico da utilização das ervas.


América


O primeiro herbário das Américas é o Manuscrito Badanius, o herbário asteca, do séc XVI, em nahuatl.


No Brasil, em 1995, o consumo de medicamentos caiu a níveis alarmantes. Pesquisa SOS FARMA, para levantar as causas descobriu que das 400 famílias pesquisadas, 91,9% se automedicavam com ervas e 46,6% cultivavam nos quintais. Dados da Assoc.Brasil da Ind Farm. apontam que as vendas de medicamentos sintéticos cresceram 16% naquele ano, enquanto o consumo de fitoterápicos subiu 20%. Tanto assim que a CEME, central de medicamentos, está financiando pesquisas em universidades. Médico Celerino Carriconde, coord. do Centro Nordestino de Medicina Popular, acredita que o uso de fitoterápicos pode reduzir à metade os gastos da população com medicamentos e com os mesmos resultados dos alopáticos.



Tomar água ajuda a controlar o apetite, mostra pesquisa


Será que a batalha que a sociedade trava há um longo tempo com a “barriguinha indesejável” finalmente chegou ao fim? E a solução para este problema parece ser um agente controlador de apetite que não requer prescrição médica, não tem efeito colateral e custa muito pouco. Cientistas que participavam do 240º Encontro Nacional da Sociedade Química Americana divulgaram o resultado de um novo ensaio clínico confirmando que apenas oito copos por dia do “elixir”, preferencialmente antes das refeições, possibilita a perda de peso. E esse “elixir” do emagrecimento nada mais é do que a água comum.

Os estudos comprovaram que o aumento do consumo de água é uma eficiente estratégia para a perda de peso. Segundo Brenda Davy, Ph.D e responsável pela pesquisa, estudos anteriores comprovaram que pessoas na meia idade e idosos que tomaram dois copos de água logo antes de uma refeição comeram entre 75 e 90 calorias a menos nessa mesma refeição. No recente estudo que durou 12 semanas, as pessoas que beberam água antes das refeições, três vezes ao dia, perderam algo em torno de 2 kg a mais do que as que não aumentaram o consumo de água no mesmo período.

“As pessoas devem beber mais água e menos bebidas com alto teor calórico. Esta é uma maneira simples de controlar o peso”, disse Brenda Davy.

Brenda salientou ainda que há muito tempo as pessoas já vem percebendo que a água pode ajudar na perda de peso. O que muda é que agora há uma informação científica que comprove isso. Estudos anteriores insinuavam que beber água antes das refeições poderia reduzir o consumo de calorias. Faltava até o momento, no entanto, a “prova” concreta que surgiu após um ensaio clínico e controlado que comprovou que a perda de peso entre aqueles que beberam água antes das refeições foi realmente maior do que aqueles que não beberam.

O estudo incluiu 48 adultos entre 55 e 75 anos que foram divididos em dois grupos. Um grupo tomou dois copos de água antes das refeições e o outro não tomou. Para todos os indivíduos foram servidas refeições de baixa caloria. Durante as 12 semanas, os que beberam água perderam 7 kg enquanto que aqueles que não beberam perderam cerca de 5 kg.

Brenda disse que a água pode ser tão eficaz simplesmente por encher o estômago de algo que não tem caloria. As pessoas se sentem satisfeitas e acabam ingerindo menos calorias durante as refeições. O aumento do consumo de água também pode ajudar as pessoas a perderem peso se elas passarem a beber água no lugar de outras bebidas que contêm calorias, por exemplo.

Outras bebidas que contenham adoçantes também podem ajudar na diminuição da ingestão de calorias e perda de peso, disse Brenda. No entanto, ela aconselha a não ingerir bebidas adoçadas com açúcar e xarope de milho rico em frutose uma vez que são muito calóricos. Uma lata de refrigerante, por exemplo, contém cerca de 10 colheres de açúcar.

Brenda salientou que ninguém ainda sabe ao certo qual a quantidade ideal que uma pessoa deve beber de água por dia. O Instituto de Medicina – que aconselha o Governo Federal Norte-Americano sobre ciência, diz que as pessoas saudáveis podem simplesmente deixar a sede servir como guia. Ele não determina exatamente qual a quantidade ideal de água, mas estabelece como recomendação em geral que as mulheres devem tomar cerca de 9 copos de líquido por dia (tanto faz a bebida, incluindo água) e os homens cerca de 13 copos por dia.

E é possível também beber água demais, uma situação que pode levar a uma condição rara, porém, séria – intoxicação por água.

O Instituto de Saúde Pública e Pesquisa com Água, organização educacional e sem fins lucrativos cuja missão é melhorar a saúde pública através do consumo de água potável, financiou este estudo. A Sociedade Americana de Química é uma organização sem fins lucrativos e que possui 161 mil membros. A ACS é a maior sociedade científica do mundo e líder global no fornecimento de resultados de ensaios químicos para jornais, revistas científicas e outras publicações.