Especial Fábrica de Natal
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segunda-feira, 13 de julho de 2009

*Os dez mais da Biologia*


Mosquitos são considerados como os animais mais mortíferos do mundo, já que suas picadas podem transmitir diversas doenças, sendo responsáveis pela morte de mais de dois milhões de pessoas por ano.

Morcegos da espécie
Eptesicus fuscus, também conhecidos como morcegos-marrons, são considerados os mais dorminhocos do reino animal, já que podem dormir aproximadamente 20 horas por dia.

O bugio, também chamado de guariba, é considerado o animal mais barulhento do mundo, com vocalizações que alcançam 16 km.

A experiência de identificação do oxigênio, executada por Lavoisier, é reconhecida como a experiência mais bela dasCiências.

O border collie é considerado o cachorro mais inteligente do mundo, já que necessita de menos repetições de comandos do que cachorros de outras raças.

O tardígrado, invertebrado que vive em musgos, é o animal mais resistente do mundo, já que é capaz de sobreviver no espaço e até procriar na volta à Terra sem nenhum tipo de proteção; sendo também resistentes a extremos de calor, frio e radiação.

O animal voador mais veloz é o falcão-peregrino (
Falco peregrinus), capaz de atingir 320 km/h.

O animal terrestre mais veloz é o guepardo (ou chita), capaz de alcançar 72 km/h em apenas dois segundos.

O animal aquático mais veloz é o peixe-agulhão, do Oceano Pacífico. Ele atinge até 110 k/h, escapando de predadores e capturando alimentos com muita agilidade.

A planta que mais faz vítimas no mundo é a mandioca-brava, muitas vezes confundida com outras espécies de mandiocas comestíveis e inofensivas. Os sintomas de sua intoxicação são: vômitos, náuseas, cólicas abdominais, diarreia, sonolência, irritação da mucosa respiratória; e distúrbios neurológicos, como dilatação da pupila, convulsões, torpor e até mesmo coma.

*Albert Sabin*


Albert Bruce Sabin nasceu em 26 de agosto de 1906, na cidade polonesa de Bialystok. No começo da década de 1920, imigrou com sua família, em busca de melhores condições de vida, para os Estados Unidos.

Vida e realizações

Foi estudar medicina na Universidade de Nova Iorque e, nesta instituição, começou a desenvolver pesquisas relacionadas às doenças infecciosas. No ano de 1946, tornou-se chefe da área de pesquisas pediátricas da Universidade de Cincinnati (Ohio).

Na década de 1950 a poliomielite (doença causada pelo vírus Enterovirus poliovirus, que provoca paralisia, muitas vezes mortal) estava fazendo muitas vítimas, principalmente nos grandes centros urbanos. Sabin e outros pesquisadores começaram a buscar uma cura para a doença, através do desenvolvimento de uma vacina.

Entre estes pesquisadores, estava o norte-americano Jonas Salk, que teve sua vacina liberada no ano de 1955. Porém, a vacina de Salk não era capaz de evitar a infecção inicial da doença, mas somente de prevenir a maioria das complicações causadas pela pólio.

Em 1961, Sabin, apoiado pelo Serviço Público de Saúde dos Estados Unidos, desenvolveu uma vacina oral com vírus vivo para combater a pólio. A vacina, um dos grandes avanços da medicina do século XX, prevenia a aquisição da poliomielite.

Após várias campanhas de vacinação, a doença foi diminuindo nas regiões onde era aplicada. Hoje, a pólio é considerada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como sendo uma doença em erradicação. Nas regiões mais desenvolvidas, e que contam com uma atenção maior para as questões da saúde (América, Europa, Oceania, Japão), a doença está praticamente erradicada. Porém, nas regiões mais pobres, como em alguns países da África e na Índia, ela ainda faz vítimas.

Este importante pesquisador medicinal morreu no dia 3 de março de 1993. Até hoje é muito homenageado nos quatro cantos do mundo em função de sua importante criação.